segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Vigilância Sanitária fiscaliza cumprimento da lei antifumo

Oito estabelecimentos do Recife foram autuados e 28 receberam termos de notificação

Publicado em 26/01/2015, às 16h48


Do JC Online

Estabelecimentos não podem mais permitir que clientes fumem em ambientes fechados / USP Imagens

Estabelecimentos não podem mais permitir que clientes fumem em ambientes fechados

USP Imagens

Por irregularidades no cumprimento da lei antifumo, oito estabelecimentos do Recife foram autuados e 28 receberam termos de notificação pela Vigilância Sanitária. A fiscalização aconteceu na sexta (23) e sábado (24), em 204 locais, entre bares restaurantes e boates.

Todos os inspecionados receberam um adesivo com informações sobre o que determina a lei. Na Torre, o restaurante Caneca Fina foi autuado porque haviam pessoas fumando dentro do local. O mesmo aconteceu na Venda de Seu Antônio, Casa do Guaiamum e Guaiamundo 17, todos em Casa Forte. Já no BarChef, os inspetores encontraram um fumódromo, que, pela mudança na legislação, deve ser extinto.
“Se eles receberam autos de infração, é porque eles não cumpriram o que a lei determina. Eles vão responder a um processo administrativo-sanitário, que pode resultar em multa que varia de R$ 40 a R$ 400 mil”, explicou a gerente de Vigilância Sanitária do Recife, Adeílza Ferraz. “Essas fiscalizações farão parte das nossas atividades de rotina, diariamente, inclusive com visitas noturnas”, completou. Na sexta (23), foram visitados 102 estabelecimentos em todos os distritos sanitários, e foram emitidos quatro termos de notificação e três autos de infração.
Sancionada em 2011, a Lei Federal nº 12.546 determina o fim das propagandas de produtos fumígenos, a proibição do fumo em ambientes fechadas de uso coletivo e a extinção dos fumódromos. Além disso, o comércio destes produtos fora do ponto comercial e a venda para menores de 18 anos também está proibido.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Cigarro eletrônico pode ser de 5 a 15 vezes mais cancerígeno

Os pesquisadores constataram que quando o cigarro eletrônico aquece o líquido a alta tensão (5 volts) se produz uma taxa de formaldeído mais elevada que a do cigarro comum

Publicado em 22/01/2015, às 09h36


Da AFP

 / Foto: OMS

Foto: OMS

Aquecido ao máximo e aspirado profundamente, o vapor com nicotina dos cigarros eletrônicos pode produzir formaldeído, uma substância que o torna de cinco a quinze vezes mais cancerígeno que o cigarro comum, revela um estudo publicado nesta quarta-feira.
"Constatamos que o formaldeído pode se formar durante o processo de vaporização dos cigarros eletrônicos", destacam pesquisadores da Universidade de Portland (Oregon) no New England Journal of Medicine (NEJM).
Os pesquisadores utilizaram uma máquina para "inalar" o vapor dos cigarros eletrônicos de baixa e alta tensão para determinar como se forma o formaldeído - uma conhecida substância cancerígena - a partir do líquido que utilizam estes dispositivos.
Durante a experiência, os pesquisadores constataram que quando o cigarro eletrônico aquece o líquido a alta tensão (5 volts) se produz uma taxa de formaldeído mais elevada que a do cigarro comum.
Desta maneira, o usuário de cigarro eletrônico que inala diariamente o equivalente a três mililitros deste líquido vaporizado e aquecido ao máximo absorve cerca de 14 mg de formaldeído, contra 3 mg para quem fuma um maço de cigarro comum.
A longo prazo, a inalação de 14 mg desta substância nociva por dia pode aumentar de 5 a 15 vezes o risco de câncer, destaca o estudo.
Para o diretor da divisão de tabagismo da Faculdade de Medicina de Londres, Peter Hajek, o estudo não reflete a realidade, já que "quando os cigarros eletrônicos aquecem muito, o líquido produz um sabor acre desagradável" para o fumante.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Fumo mata bactérias e expõe a boca a mais doenças


Além de todos os males que o cigarro provoca, um estudo brasileiro revelou mais um: o fumo mata as bactérias que fazem a defesa da boca e com isso deixa o organismo exposto a doenças.

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